Suplementos para Fertilidade Feminina: o que tem evidência

Os suplementos para fertilidade feminina podem representar uma ferramenta relevante para otimizar a saúde reprodutiva, sobretudo quando existem défices nutricionais identificados, patologias como SOP ou reserva ovárica diminuída e quando a mulher está em protocolos de reprodução medicamente assistida. Nutrientes como ácido fólico, vitamina D, myo-inositol, D-chiro-inositol, CoQ10 e alguns antioxidantes destacam-se entre aqueles com maior suporte científico.

A fertilidade feminina é influenciada por múltiplos fatores: idade, genética, estilo de vida, qualidade dos óvulos, equilíbrio hormonal e saúde geral. Quando a gravidez demora a acontecer, muitas mulheres consideram o uso de suplementos como forma de apoiar o organismo nesta fase.

Porém, nem todos os produtos disponíveis no mercado têm o mesmo nível de fundamentação científica, e é precisamente aqui que surge a necessidade de compreender quais são, de facto, os nutrientes com evidência na fertilidade.

Os suplementos alimentares para fertilidade feminina podem, em determinados contextos, melhorar parâmetros como a ovulação, a qualidade ovocitária e alguns desfechos de tratamentos de reprodução medicamente assistida. No entanto, a sua utilização deve ser enquadrada por profissionais de saúde, articulada com uma avaliação clínica adequada e baseada em evidência atualizada, e não apenas em promessas comerciais. Este artigo analisa, de forma formal e objetiva, quais os principais suplementos para fertilidade feminina com suporte científico e em que situações tendem a fazer mais sentido.

Porque se fala tanto em suplementos para fertilidade feminina?

O adiamento da maternidade, o aumento de patologias metabólicas, a exposição a fatores ambientais e níveis elevados de stress tornaram as dificuldades em engravidar mais frequentes. Neste cenário, é natural que se procurem soluções que possam otimizar a fertilidade feminina. Os suplementos surgem frequentemente como proposta de apoio, com promessas de regular hormonas, melhorar a qualidade dos óvulos e aumentar as probabilidades de conceção.

Contudo, a fertilidade é um domínio em que os resultados dependem de múltiplas variáveis, e a evidência relativa a suplementos é, em muitos casos, heterogénea. Há nutrientes com dados consistentes em contextos específicos (como a suplementação pré-concecional com ácido fólico) e outros em que os estudos são promissores, mas ainda limitados.

Assim, falar de suplementos para fertilidade feminina com rigor implica distinguir claramente aquilo que está bem estabelecido, o que é potencialmente útil e o que permanece incerto.

O que significa dizer que um suplemento “tem evidência”?

Quando se afirma que um suplemento para fertilidade feminina tem evidência, está a referir-se à existência de estudos clínicos controlados, revisões sistemáticas ou meta-análises que demonstram benefícios em desfechos relevantes, como taxa de ovulação, qualidade ovocitária, taxa de gravidez clínica ou, idealmente, taxa de nascidos vivos.

Importa salientar alguns pontos:

  • Os resultados são frequentemente mais claros em subgrupos específicos, como mulheres com défices nutricionais documentados, síndrome do ovário poliquístico (SOP) ou em tratamentos de fertilização in vitro.
  • Em muitos estudos, as melhorias observadas são moderadas e não garantem uma gravidez, mas podem contribuir para um terreno biológico mais favorável.
  • A qualidade metodológica dos ensaios varia, e parte da evidência é ainda classificada como de certeza baixa ou muito baixa, exigindo prudência na interpretação.

Apesar dessas limitações, é possível identificar um conjunto de nutrientes que, quando usados com critério, se destacam entre os suplementos para fertilidade feminina como opções com suporte científico mais consistente.

Principais nutrientes e suplementos para fertilidade feminina com suporte científico

Seguidamente apresentam-se os nutrientes mais estudados em fertilidade feminina, com foco em mecanismos de ação, contextos em que são mais relevantes e considerações práticas sobre o seu uso.

Ácido fólico e folatos: base essencial na pré-conceção

O ácido fólico (vitamina B9) é, provavelmente, o suplemento com maior consenso quando se fala em fertilidade e gravidez. A suplementação com 400 microgramas/dia é recomendada nas diretrizes internacionais a todas as mulheres que planeiam engravidar, com início ideal pelo menos um a três meses antes da conceção e continuação durante o primeiro trimestre, com o objetivo principal de reduzir o risco de defeitos do tubo neural no feto.

Além do papel na prevenção de malformações, o ácido fólico está envolvido na síntese de ADN, divisão celular e maturação ovocitária. Estudos observacionais sugerem que níveis adequados de folato se associam a melhor qualidade ovocitária e maior probabilidade de gravidez em contextos de reprodução medicamente assistida, embora nem todos os trabalhos encontrem efeitos robustos em desfechos como nascidos vivos.

Na prática, o ácido fólico é considerado um componente de base e não apenas um entre vários suplementos para fertilidade feminina. Em muitas fórmulas pré-concecionais, surge na forma de folato de quarta geração (por exemplo, quatrefolic), com melhor biodisponibilidade em alguns perfis metabólicos específicos.

Vitamina D: impacto na ovulação e na implantação

A vitamina D funciona como uma hormona esteroide com recetores distribuídos em ovário, endométrio e outras estruturas envolvidas na reprodução. A deficiência de vitamina D é muito frequente em mulheres em idade fértil, sobretudo em latitudes com menor exposição solar.

Estudos recentes em mulheres inférteis mostram que:

    • A deficiência de vitamina D é prevalente em grupos com infertilidade inexplicada e em mulheres com SOP.
    • Em mulheres com défice documentado, a suplementação de vitamina D pode melhorar taxas de gravidez clínica em protocolos de fertilização in vitro, ainda que o impacto em nascidos vivos permaneça menos claro.
    • Em SOP, a correção da deficiência parece associar-se a melhorias na ovulação, na regulação hormonal e em alguns parâmetros metabólicos.

Tal como noutros domínios, não se recomenda a utilização de doses elevadas de vitamina D sem avaliação prévia. Em contexto de fertilidade, o papel da vitamina D é particularmente relevante quando há deficiência comprovada em análises e quando a mulher reúne outros fatores de risco (pele mais escura, pouca exposição solar, excesso de peso ou doenças crónicas).

Myo-inositol e D-chiro-inositol: foco na SOP e na ovulação irregular

Os inositóis, em particular o myo-inositol e o D-chiro-inositol, têm sido intensamente estudados como suplementos para fertilidade feminina, sobretudo em mulheres com síndrome do ovário poliquístico. Estas moléculas atuam como mensageiros intracelulares em vias de insulina e gonadotrofinas, com impacto na ovulação e na sensibilidade à insulina.

Revisões sistemáticas e ensaios clínicos em SOP apontam para:

    • Melhoria da regularidade menstrual e aumento da frequência de ovulações espontâneas em muitas mulheres com SOP suplementadas com myo-inositol, isolado ou em combinação com D-chiro-inositol em proporções fisiológicas.
    • Redução da resistência à insulina, do hiperandrogenismo e de alguns marcadores metabólicos associados à anovulação.
    • Melhoria de parâmetros de qualidade ovocitária e embrionária em protocolos de fertilização in vitro em determinados estudos.

Nem todos os ensaios mostram aumento claro das taxas de gravidez ou de nascidos vivos, e parte da evidência continua a ser classificada como de certeza moderada a baixa. Ainda assim, myo-inositol e D-chiro-inositol surgem, atualmente, entre os suplementos para fertilidade feminina mais utilizados em SOP, sobretudo como apoio à regulação do ciclo e à função ovárica, em articulação com alterações de estilo de vida.

Coenzima Q10: qualidade dos óvulos, sobretudo após os 35 anos

A coenzima Q10 (CoQ10) é um componente central da cadeia respiratória mitocondrial e um potente antioxidante lipossolúvel. Com o avançar da idade, os níveis endógenos de CoQ10 tendem a diminuir, coincidindo com a redução da qualidade ovocitária e o aumento de aneuploidias embrionárias.

Ensaios clínicos e meta-análises em mulheres submetidas a técnicas de reprodução assistida sugerem que a suplementação com CoQ10 pode:

    • Aumentar o número de ovócitos maduros recuperados.
    • Melhorar a taxa de fertilização e a proporção de embriões de boa qualidade.
    • Em alguns estudos, aumentar taxas de gravidez clínica em mulheres com reserva ovárica diminuída.

O benefício parece particularmente relevante em mulheres com mais de 35 anos ou com diagnóstico de reserva ovárica diminuída, em que a função mitocondrial é um ponto crítico. Apesar de promissor, o uso de CoQ10 deve ser discutido com o especialista em medicina da reprodução, atendendo a possíveis interações e à ausência de dados definitivos em nascidos vivos em todos os contextos.

Antioxidantes (melatonina, NAC, vitaminas): evidência promissora, mas heterogénea

O stress oxidativo desempenha um papel central no envelhecimento ovocitário e no microambiente folicular. Vários suplementos para fertilidade feminina têm, por isso, incluído antioxidantes com o objetivo de proteger ovócitos e embriões.

Entre os compostos mais estudados encontram-se:

    • Melatonina: além do seu papel no sono, atua como antioxidante. Ensaios em mulheres submetidas a fertilização in vitro sugerem que a melatonina, isolada ou combinada com myo-inositol, folato e selénio, pode melhorar a qualidade ovocitária e alguns desfechos de tratamento, embora a evidência ainda seja limitada.
    • N-acetilcisteína (NAC): precursora do glutationo, tem sido estudada em SOP e em contextos de infertilidade associada a stress oxidativo, com resultados mistos em taxas de ovulação e gravidez.
    • Vitaminas antioxidantes (C e E) e outros compostos: a Cochrane e revisões recentes apontam para resultados inconsistentes, sem benefício claro em nascidos vivos, apesar de alguns estudos mostrarem melhoria em parâmetros intermédios.

De forma geral, os antioxidantes devem ser encarados como componentes potenciais de fórmulas combinadas, mas não como solução isolada. A dose, o tempo de utilização e o perfil clínico da mulher são determinantes para avaliar se o potencial benefício supera a incerteza da evidência.

Outros micronutrientes relevantes na fertilidade feminina

Vários micronutrientes, mesmo quando não se posicionam diretamente como “suplementos para fertilidade feminina”, têm impacto na saúde reprodutiva quando existe défice:

    • Iodo: essencial para a síntese de hormonas tiroideias. A disfunção tiroideia está associada a irregularidades menstruais, anovulação e maior risco de aborto.
    • Ferro: a anemia por défice de ferro pode agravar fadiga, reduzir capacidade de exercício e, em situações mais graves, relacionar-se com alterações ovulatórias.
    • Vitamina B12: carências podem comprometer mecanismos de metilação e divisão celular, sendo relevantes em dietas vegetarianas estritas ou após cirurgias digestivas.
    • Zinco e selénio: participam em múltiplas enzimas antioxidantes e hormonais; défices marcados podem afetar a ovulação e a qualidade ovocitária.

Em muitos casos, a correção de défices identificados através de análises laboratoriais tem impacto mais previsível na fertilidade do que a adição indiscriminada de fórmulas complexas. A avaliação personalizada é, por isso, crucial.

Quando faz sentido utilizar suplementos para fertilidade feminina?

A decisão de iniciar suplementos para fertilidade feminina deve ser tomada em conjunto com o médico assistente (idealmente ginecologista, endocrinologista ou especialista em medicina da reprodução) e, quando possível, com apoio de um nutricionista. Existem, no entanto, cenários em que a suplementação tende a ser particularmente considerada:

  • Pré-conceção geral: todas as mulheres que pretendem engravidar devem garantir, pelo menos, a suplementação adequada com ácido fólico. Em muitos casos, avalia-se também vitamina D e outros nutrientes críticos.
  • Mulheres com SOP e ovulação irregular: myo-inositol e D-chiro-inositol, eventualmente associados a vitamina D e a correção de défices específicos, podem ser úteis para restaurar ciclos ovulatórios, em articulação com perda de peso (quando necessária) e exercício físico.
  • Idade materna avançada (≥ 35 anos): além das recomendações gerais, pode ser ponderada a utilização de CoQ10 e outros antioxidantes, sobretudo em mulheres com reserva ovárica diminuída e envolvidas em tratamentos de reprodução medicamente assistida.
  • Infertilidade em tratamento: em protocolos de fertilização in vitro, alguns centros recorrem a combinações específicas (como myo-inositol, melatonina, vitamina D e folato) para apoiar a qualidade ovocitária, sempre segundo protocolos definidos.
  • Dietas restritivas: vegetarianas estritas, veganas ou mulheres com história de cirurgia bariátrica podem necessitar de suplementação dirigida (vitamina B12, ferro, iodo, entre outros), de acordo com as análises.

Em contrapartida, em mulheres saudáveis, jovens, com ciclos regulares, sem tentativas prolongadas de conceção e com alimentação equilibrada, é muitas vezes suficiente garantir uma boa base de estilo de vida e suplementação pré-concecional padrão.

Como escolher suplementos para fertilidade feminina em segurança

Face à vasta oferta de produtos, a seleção de suplementos para fertilidade feminina deve obedecer a critérios rigorosos. Algumas orientações práticas incluem:

  • Verificar se o produto indica claramente as doses de cada nutriente e se essas doses são compatíveis com as usadas em estudos clínicos ou com as recomendações de segurança.
  • Dar preferência a fórmulas que combinem nutrientes com mecanismos de ação complementares (por exemplo, ácido fólico, vitamina D e myo-inositol), evitando misturas extensas em doses residuais.
  • Evitar duplicar nutrientes tomando vários produtos em simultâneo sem orientação, o que pode conduzir a ingestões excessivas, sobretudo de vitaminas lipossolúveis e iodo.
  • Informar o médico e o farmacêutico sobre todos os suplementos utilizados, especialmente em contexto de medicação crónica ou tratamentos de fertilidade.
  • Reavaliar periodicamente a estratégia, em função de novas análises, evolução clínica e decisões sobre tratamentos de reprodução medicamente assistida.

Para enquadrar melhor o papel dos suplementos na saúde global, pode ser útil rever conteúdos de base como quem deve tomar suplementos alimentares, que ajudam a perceber que perfis de pessoas beneficiam mais da suplementação.

Estilo de vida, saúde mental e fertilidade: os suplementos não atuam sozinhos

Embora o foco deste artigo sejam os suplementos para fertilidade feminina, é fundamental reforçar que nenhuma suplementação compensa um estilo de vida claramente desfavorável à conceção. Alguns fatores com impacto bem demonstrado na fertilidade incluem:

  • Manutenção de um peso saudável, evitando tanto o baixo peso como o excesso ponderal.
  • Prática regular de atividade física, adaptada à condição individual.
  • Abstinência tabágica e consumo muito moderado ou nulo de álcool.
  • Qualidade do sono e gestão do stress, que influenciam o eixo hormonal e o comportamento alimentar.

Nestes contextos, categorias específicas de produtos focados em cérebro, memória e saúde mental podem complementar a abordagem, ajudando na regulação do stress, da ansiedade e do sono, fatores que, indiretamente, têm impacto na fertilidade feminina.

Conclusão

Os suplementos para fertilidade feminina podem representar uma ferramenta relevante para otimizar a saúde reprodutiva, sobretudo quando existem défices nutricionais identificados, patologias como SOP ou reserva ovárica diminuída e quando a mulher está em protocolos de reprodução medicamente assistida.

Nutrientes como ácido fólico, vitamina D, myo-inositol, D-chiro-inositol, CoQ10 e alguns antioxidantes destacam-se entre aqueles com maior suporte científico.

Ao informar-se de forma crítica, discutir opções com a equipa de saúde e escolher suplementos alimentares de qualidade, a mulher deixa de depender de mensagens promocionais e passa a utilizar a suplementação como parte de uma estratégia integrada para cuidar da fertilidade, da saúde geral e, em última análise, do futuro que deseja construir.

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Nota importante: A informação apresentada neste artigo não constitui aconselhamento médico, diagnóstico ou prescrição. Não é vinculativa e não substitui a avaliação individual nem a orientação de um profissional de saúde qualificado. A toma de suplementos deve ser ponderada caso a caso, tendo em conta o historial clínico, medicação, idade e objetivos, podendo existir contraindicações, interações e efeitos adversos. Em caso de dúvida, gravidez/amamentação, doença crónica ou toma de medicamentos, procure aconselhamento médico ou farmacêutico antes de iniciar, alterar ou suspender qualquer suplemento.

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