Vitamina K: o que é, para que serve e benefícios

A vitamina K é indispensável para a coagulação, mas a sua relevância atual vai muito além desse papel clássico. Ao contribuir para a saúde óssea, ajudar a modular a calcificação vascular e integrar-se em processos relacionados com inflamação e metabolismo, esta vitamina torna-se um aliado importante numa perspetiva de prevenção e envelhecimento saudável.

A vitamina K é um micronutriente lipossolúvel essencial, conhecido sobretudo pelo seu papel na coagulação do sangue.

Contudo, nas últimas décadas tornou-se claro que a vitamina K vai muito além da hemostase: participa na saúde óssea, cardiovascular, metabólica e, em contextos específicos, pode ser um elemento relevante em estratégias de prevenção a longo prazo. Não é por acaso que tem ganhado destaque em fórmulas de suplementos para ossos, articulações e coração.

Ao mesmo tempo, surgiram muitas dúvidas: qual a diferença entre vitamina K1 e vitamina K2? Em que situações faz sentido suplementar? Há riscos de interações com medicamentos, nomeadamente anticoagulantes? E que benefícios estão realmente suportados pela evidência científica atual? Este artigo aborda, de forma formal e acessível, o que é a vitamina K, para que serve, quais os seus benefícios e como enquadrar a suplementação dentro de uma estratégia global de saúde.

Vitamina K: o que é e quais as suas formas (K1 e K2)

O termo vitamina K inclui uma família de compostos lipossolúveis com estrutura semelhante, dos quais se destacam duas formas principais:

  • Vitamina K1 (filoquinona): presente sobretudo em hortícolas de folha verde escura e em alguns óleos vegetais. Está mais diretamente ligada à coagulação sanguínea.
  • Vitamina K2 (menaquinonas): conjunto de formas designadas MK-4, MK-7, etc., produzidas por bactérias e presentes em alimentos fermentados (como o natto) e em alguns produtos de origem animal (ovos, queijos curados, vísceras). Tem sido particularmente estudada em saúde óssea e cardiovascular.

Depois de ingeridas, as diferentes formas de vitamina K são absorvidas no intestino delgado juntamente com as gorduras alimentares, transportadas em lipoproteínas e armazenadas sobretudo no fígado, mas também em outros tecidos.

A filoquinona é utilizada em primeiro lugar para garantir a função de coagulação; já as menaquinonas, especialmente a vitamina K2 na forma MK-7, parecem ter distribuição mais prolongada em tecidos extra-hepáticos, como os ossos e a parede vascular.

Na prática clínica e em suplementação, é importante distinguir estas formas, uma vez que a maior parte das recomendações regulamentares continuam centradas na vitamina K1, enquanto muitos suplementos modernos focam a vitamina K2, isolada ou em combinação com vitamina D e cálcio.

Para que serve a vitamina K no organismo?

A vitamina K participa em reações de carboxilação dependentes de uma enzima específica (gama-glutamil carboxilase), necessárias para ativar um grupo de proteínas designadas por proteínas Gla. Estas proteínas têm funções críticas em vários tecidos.

Coagulação sanguínea

O papel clássico da vitamina K está na síntese de fatores de coagulação (II, VII, IX e X) e de proteínas reguladoras (proteína C, proteína S e proteína Z) no fígado. Sem vitamina K suficiente, estes fatores não são corretamente ativados, o que aumenta o risco de hemorragias.

É precisamente neste mecanismo que atuam os anticoagulantes orais antagonistas da vitamina K (por exemplo, varfarina), que interferem com a reciclagem da vitamina K e reduzem a atividade destes fatores. Isso explica porque qualquer alteração importante na ingestão de vitamina K em pessoas medicadas com este tipo de fármacos deve ser sempre discutida com o médico.

Saúde óssea

No osso, a vitamina K é necessária para ativar a osteocalcina, uma proteína produzida pelos osteoblastos que ajuda a fixar o cálcio na matriz óssea. Quando a vitamina K é insuficiente, aumenta a proporção de osteocalcina não carboxilada (ucOC), associada a menor qualidade mineral do osso.

Estudos em mulheres pós-menopausa e outros grupos de risco sugerem que a suplementação com vitamina K, sobretudo vitamina K2, pode melhorar marcadores de metabolismo ósseo e, em alguns casos, atenuar a perda de densidade mineral em determinadas localizações, particularmente quando integrada em planos que incluem vitamina D, cálcio e ajustamentos de estilo de vida.

Saúde cardiovascular e calcificação vascular

A vitamina K também ativa a proteína Gla da matriz (MGP), um regulador importante da calcificação em tecidos moles. Quando esta proteína não é adequadamente carboxilada (por défice de vitamina K), aumenta a tendência para deposição de cálcio na parede arterial e em válvulas cardíacas.

Estudos recentes indicam que a suplementação com vitamina K pode abrandar a progressão da calcificação arterial coronária em alguns grupos de doentes e melhorar biomarcadores de vitamina K, mesmo que o impacto em eventos clínicos (enfarte, mortalidade) ainda esteja a ser estudado. Em paralelo, estudos observacionais apontam para uma associação entre maior ingestão de vitamina K1 e K2 na dieta e menor risco de eventos cardiovasculares e mortalidade por todas as causas.

Outros potenciais efeitos

Além de coagulação, osso e sistema cardiovascular, a vitamina K tem vindo a ser investigada em outras áreas:

    • Metabolismo e sensibilidade à insulina: alguns estudos exploram se a vitamina K pode influenciar marcadores de resistência à insulina e inflamação de baixo grau.
    • Função cognitiva e envelhecimento: há interesse emergente no papel da vitamina K2 em processos de envelhecimento cerebral, embora a evidência ainda seja preliminar.
    • Saúde articular: pelo seu papel na utilização adequada do cálcio, a vitamina K surge frequentemente em fórmulas de suplementos para articulações, em combinação com vitamina D, vitamina C e minerais estruturais.

Em muitos destes domínios, os resultados são promissores, mas ainda não definitivos, pelo que a vitamina K deve ser encarada como parte de uma estratégia global, e não como solução isolada.

Benefícios da vitamina K: o que diz a evidência científica

A investigação recente sobre vitamina K tem-se concentrado sobretudo em três eixos: saúde óssea, saúde cardiovascular e doentes com patologia crónica, como a doença renal crónica.

Vitamina K e saúde óssea

Revisões sistemáticas e meta-análises de ensaios clínicos indicam que a suplementação com vitamina K, em particular nas formas de vitamina K2 (como MK-7), pode:

    • Melhorar a relação entre osteocalcina carboxilada e não carboxilada, refletindo melhor estado de vitamina K óssea.
    • Ajudar a preservar a densidade mineral óssea da coluna lombar em mulheres pós-menopausa, sobretudo em esquemas de longa duração.
    • Em alguns estudos, reduzir a taxa de fraturas vertebrais em populações de alto risco, quando combinada com outras medidas terapêuticas.

Por outro lado, nem todos os estudos mostram benefícios claros em todos os locais ósseos ou em todos os desfechos, pelo que a suplementação com vitamina K deve ser vista como complemento a medidas estruturais (alimentação rica em cálcio, vitamina D adequada, exercício com impacto e treino de resistência) e não como substituto das terapêuticas farmacológicas indicadas em osteoporose.

Vitamina K, calcificação vascular e saúde cardiovascular

No sistema cardiovascular, a evidência concentra-se na capacidade da vitamina K em modular a calcificação vascular. Ensaios clínicos e meta-análises mostram que:

    • Suplementos de vitamina K, sobretudo na forma K2, reduzem níveis de proteínas circulantes associadas a défice de vitamina K (como a MGP não carboxilada).
    • Em determinados estudos, abrandam a progressão da calcificação da artéria coronária, um marcador de risco cardiovascular a longo prazo.
    • Em doentes com doença renal crónica, a suplementação com vitamina K2 pode melhorar biomarcadores vasculares, embora o impacto em eventos cardiovasculares duros ainda seja objeto de investigação.

Esta linha de investigação ajuda a explicar porque a vitamina K aparece frequentemente associada a suplementos para colesterol e saúde cardiovascular, em particular em fórmulas que combinam vitamina D, ómega-3 e outros nutrientes com ação complementar em inflamação e metabolismo lipídico.

Vitamina K em doença renal crónica e populações especiais

Em doentes em diálise e em outras situações de elevada carga cardiovascular, a deficiência de vitamina K é muito prevalente, em parte devido a alterações alimentares e metabólicas. Ensaios nesta população mostram que a suplementação pode melhorar o estado de vitamina K e biomarcadores de calcificação, sendo uma área em rápido desenvolvimento.

Também em idosos frágeis, institucionalizados ou com múltiplas comorbilidades, a vitamina K tende a ser mais baixa, o que reforça a necessidade de abordagens personalizadas de suplementação, muitas vezes em associação a outros micronutrientes essenciais.

Fontes alimentares de vitamina K

A vitamina K pode ser obtida tanto a partir de alimentos de origem vegetal como animal. Uma alimentação variada é, em muitos casos, suficiente para assegurar uma ingestão adequada, desde que inclua regularmente hortícolas e gorduras de boa qualidade.

Fontes de vitamina K1 (filoquinona)

As principais fontes de vitamina K1 são:

    • Hortícolas de folha verde-escura, como couve galega, espinafres, couve-coração, couve-de-bruxelas e nabiças.
    • Brócolos, alface romana e outros vegetais de cor verde intensa.
    • Óleos vegetais, como óleo de soja, óleo de colza e óleo de oliva, em menor proporção.

O teor em vitamina K1 varia com a espécie, a época do ano, o tipo de solo e a forma de preparação, mas, em geral, uma ou duas porções generosas de hortícolas de folha verde por dia contribuem de forma significativa para a ingestão recomendada.

Fontes de vitamina K2 (menaquinonas)

As menaquinonas (vitamina K2) estão presentes em:

    • Alimentos fermentados, como o natto (produto de soja tradicional japonês, particularmente rico em MK-7).
    • Queijos curados e alguns outros laticínios fermentados.
    • Gema de ovo.
    • Algumas carnes e vísceras.

Em dietas ocidentais típicas, a ingestão de vitamina K2 tende a ser mais baixa do que a de K1, devido ao consumo limitado de alimentos fermentados específicos. Isso ajuda a explicar o interesse crescente em vitaminas e minerais em forma de suplemento, incluindo fórmulas que combinam vitamina D3 com vitamina K2 para otimizar o metabolismo do cálcio.

Necessidades diárias de vitamina K

Ao contrário de outras vitaminas, ainda não existem valores de ingestão de referência universalmente consensuais para a vitamina K2. A maior parte das recomendações oficiais baseia-se na vitamina K total (sobretudo K1), usando valores de ingestão adequada (AI) em vez de doses exatas.

Em termos práticos, diretrizes europeias apontam para valores aproximados de:

Faixa etáriaIngestão adequada diária*
Infantes 7–11 meses10 µg/dia
Crianças 1–3 anos12 µg/dia
Crianças 4–6 anos20 µg/dia
Crianças 7–10 anos30 µg/dia
Adolescentes 11–14 anos45 µg/dia
Adolescentes 15–17 anos65 µg/dia
Adultos (incluindo gravidez e aleitamento)≈ 70 µg/dia

*Valores indicativos de ingestão adequada de filoquinona (vitamina K1) para populações saudáveis. Outras entidades, como institutos norte-americanos, sugerem valores de referência próximos de 90 µg/dia para mulheres e 120 µg/dia para homens, refletindo diferenças metodológicas entre organizações.

Em pessoas com alimentação variada, rica em hortícolas de folha verde, é relativamente fácil atingir estas quantidades. Em contrapartida, em quem quase não consome vegetais e tem dietas muito processadas, o risco de ingestão insuficiente aumenta, justificando uma avaliação mais cuidadosa.

Vitamina K em suplementos: quando faz sentido?

Os suplementos para fertilidade feminina, os produtos para saúde óssea, cardiovascular e articular recorrem, com frequência, à vitamina K como um dos componentes de fórmulas complexas. No entanto, isso não significa que todas as pessoas devam suplementar vitamina K de forma indiscriminada.

De forma geral, a suplementação com vitamina K pode ser considerada em:

  • Pessoas com ingestão alimentar muito baixa de hortícolas de folha verde e gorduras de origem vegetal.
  • Indivíduos com maior risco de perda de massa óssea (mulheres pós-menopausa, idosos, pessoas com história de fraturas de fragilidade), em articulação com vitamina D, cálcio e exercício regular.
  • Doentes com doença renal crónica, sob supervisão nefrológica, quando se documenta défice de vitamina K e marcadores de calcificação vascular elevados.
  • Pessoas com regimes prolongados de alta ingestão de vitamina D e cálcio, em que faz sentido garantir que o organismo dispõe também de vitamina K suficiente para direcionar o cálcio para o osso e não para os tecidos moles.

Em todos estes casos, a vitamina K deve ser integrada num plano mais amplo, que inclui outras intervenções nutricionais e terapêuticas.

É igualmente importante lembrar que não se recomenda autoajustar a ingestão de vitamina K em pessoas medicadas com anticoagulantes orais do tipo varfarina ou acenocumarol sem orientação expressa do médico assistente.

Segurança, interações e precauções com vitamina K

Nas doses habitualmente presentes em alimentos e em suplementos de prevenção, a vitamina K é considerada segura na maioria dos adultos saudáveis. Não é comum observar toxicidade por vitamina K a partir da dieta ou das doses usuais de suplementação, ao contrário do que acontece com algumas vitaminas lipossolúveis.

Contudo, existem situações que exigem cautela:

  • Anticoagulantes orais antagonistas da vitamina K: qualquer alteração relevante na ingestão de vitamina K (por dieta ou suplementos) pode interferir com a eficácia do medicamento, aumentando o risco de hemorragia ou de trombose. Nestes casos, qualquer suplemento com vitamina K deve ser sempre discutido com o médico.
  • Doenças hepáticas e de malabsorção de gorduras: podem alterar a utilização e o armazenamento de vitamina K, exigindo planos personalizados.
  • Uso concomitante de vários suplementos: é importante contabilizar a vitamina K presente em complexos de suplementos para stress, fórmulas multivitamínicas e produtos para ossos ou coração, para evitar duplicações desnecessárias.

De forma prática, sempre que se pondera uma estratégia de suplementação mais abrangente, com vários micronutrientes, é aconselhável discutir o plano com o médico ou nutricionista e, quando indicado, recorrer a avaliação laboratorial dirigida.

Vitamina K no contexto global da suplementação

A vitamina K é um exemplo de como um micronutriente relativamente discreto pode ter impacto em múltiplos sistemas. Em muitos casos, o seu papel surge em sinergia com outros nutrientes, como a vitamina D, a vitamina C, o cálcio, o magnésio e os ácidos gordos ómega-3. Não é por acaso que a vitamina K é presença frequente em fórmulas combinadas de suplementos para dormir com foco na recuperação global, em produtos para articulações e em planos de apoio cardiovascular.

Ao mesmo tempo, a base continua a ser a mesma: uma alimentação equilibrada, rica em vegetais, associada a um estilo de vida saudável. Os suplementos são uma ferramenta complementar, não um substituto de comportamentos fundamentais. 

Conclusão

A vitamina K é indispensável para a coagulação, mas a sua relevância atual vai muito além desse papel clássico. Ao contribuir para a saúde óssea, ajudar a modular a calcificação vascular e integrar-se em processos relacionados com inflamação e metabolismo, esta vitamina torna-se um aliado importante numa perspetiva de prevenção e envelhecimento saudável.

Para a maioria das pessoas, uma alimentação variada, com ênfase em hortícolas de folha verde e gorduras de boa qualidade, é suficiente para garantir um aporte adequado. Em grupos específicos, como idosos, pessoas com dietas muito restritivas, doentes renais ou indivíduos com maior risco de perda óssea, os suplementos de vitamina K podem desempenhar um papel relevante, desde que utilizados com bom senso, enquadramento clínico e atenção às interações medicamentosas.

Ao informar-se com base em evidência, analisar o contexto individual e integrar a vitamina K em planos personalizados de saúde, cada pessoa pode transformar este micronutriente discreto numa peça-chave de uma estratégia sólida de bem-estar e proteção a longo prazo.

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Nota importante: A informação apresentada neste artigo não constitui aconselhamento médico, diagnóstico ou prescrição. Não é vinculativa e não substitui a avaliação individual nem a orientação de um profissional de saúde qualificado. A toma de suplementos deve ser ponderada caso a caso, tendo em conta o historial clínico, medicação, idade e objetivos, podendo existir contraindicações, interações e efeitos adversos. Em caso de dúvida, gravidez/amamentação, doença crónica ou toma de medicamentos, procure aconselhamento médico ou farmacêutico antes de iniciar, alterar ou suspender qualquer suplemento.

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